📖 Parábolas
Difícil
Na parábola do Administrador Infiel (Lucas 16:1-13), qual a interpretação mais plausível da 'astúcia' do administrador em reduzir as dívidas dos devedores de seu senhor, e como essa ação se relaciona com a exortação final de Jesus sobre a utilização das riquezas terrenas para fins eternos?
A
A 'astúcia' do administrador é apresentada como um exemplo de desonestidade a ser imitado pelos discípulos, demonstrando que a fé cristã justifica a manipulação para alcançar fins nobres.
B
A parábola ensina que a riqueza é inerentemente má e deve ser rejeitada pelos crentes, pois ela sempre corrompe e desvia do caminho da salvação.
C
A 'astúcia' do administrador reside em sua capacidade de usar os recursos de seu senhor para benefício próprio, demonstrando que a autopreservação é a prioridade máxima, mesmo que isso envolva traição.
D
A 'astúcia' do administrador reside em sua visão de futuro, usando a riqueza de forma inteligente para garantir sua sobrevivência após a demissão, sendo um exemplo de como os crentes devem usar os recursos terrenos (mesmo os 'desonestos') para construir um legado eterno, investindo em obras de amor e justiça.
Referência: Lucas 16:1-13