A parábola das Dez Virgens (Mateus 25:1-13) frequentemente é interpretada como uma advertência sobre a necessidade de vigilância e preparação para a volta de Cristo. No entanto, considerando o contexto do Reino dos Céus e a escatologia judaica do primeiro século, qual a possível interpretação da 'falta de azeite' nas lâmpadas das virgens imprudentes?